15 Músicas, 1 hora 9 minutos

NOTAS DOS EDITORES

A magia arrepiante de Ultraviolence, de Lana Del Rey, reside nos contrastes surpreendentes e repentinos do álbum, em momentos como em "West Coast", quando a onda de desapego e indiferença da cantora dá lugar a um desabafo de angústia emocional profunda. Gravado nos estúdios Easy Eye Sound de Dan Auerbach, em Nashville, e produzido pelo próprio Dan Auerbach, Ultraviolence é um segundo trabalho poderoso depois da estreia de Lana Del Rey em 2012 com Born to Die. A cantora dá sua voz hipnótica e sombria para músicas sobre temas fortes, como a corrupção do poder, dinheiro e, claro, violência. O triste e ao mesmo tempo belíssimo single principal é um exemplo claro de sua proeza estilística, como é também a música "Brooklyn Baby" e a encantadora e cinematográfica "Shades of Cool".

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A magia arrepiante de Ultraviolence, de Lana Del Rey, reside nos contrastes surpreendentes e repentinos do álbum, em momentos como em "West Coast", quando a onda de desapego e indiferença da cantora dá lugar a um desabafo de angústia emocional profunda. Gravado nos estúdios Easy Eye Sound de Dan Auerbach, em Nashville, e produzido pelo próprio Dan Auerbach, Ultraviolence é um segundo trabalho poderoso depois da estreia de Lana Del Rey em 2012 com Born to Die. A cantora dá sua voz hipnótica e sombria para músicas sobre temas fortes, como a corrupção do poder, dinheiro e, claro, violência. O triste e ao mesmo tempo belíssimo single principal é um exemplo claro de sua proeza estilística, como é também a música "Brooklyn Baby" e a encantadora e cinematográfica "Shades of Cool".

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